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Ao término da terceira viagem missionária, voltei à Jerusalém. Como esperado, a antipatia por mim havia tomado uma proporção muito maior. No sétimo dia, os judeus da Ásia incitaram as pessoas, agitando-as e me prenderam no templo. Um pretor romano e soldados, que estavam por perto, livraram-me das garras dessas pessoas com a minha prisão.
No dia seguinte, quando o pretor soube que eu era judeu, ele reuniu os sacerdotes e o sinédrio para me apresentar diante deles. Quando eu disse a eles que estava aqui por causa da ¡®ressurreição dos mortos¡¯, o conselho se dividiu em duas facções: os saduceus e os fariseus.
Naquela mesma noite, souberam que cerca de quarenta pessoas planejavam me matar. O pretor ordenou que dois centuriões me acompanhassem a Cesareia, onde estava o governador Félix. Cinco dias depois, o sumo sacerdote Ananias, acompanhado por advogado Tértulo, processou-me perante o governador.
O governador Félix mesmo ciente da minha inocência, após vários interrogatórios, ordenou a minha prisão por três anos para ganhar a simpatia dos judeus.
Quando o governador Festo, sucessor de Felix foi nomeado, os principais sacerdotes e judeus de alto escalão me acusaram novamente. Festo havia herdado a acusação contra mim e logo após assumir o cargo, sem saber das intenções dos judeus, quis me levar a Jerusalém para ser interrogado de acordo com a lei judaica. Então fui forçado a apelar para imperador, exercendo a minha cidadania romana.
¡°Disse-lhe Paulo: Estou perante o tribunal de César, onde convém que eu seja julgado; nenhum agravo pratiquei contra os judeus, como tu muito bem sabes. Caso, pois, tenha eu praticado algum mal ou crime digno de morte, estou pronto para morrer; se pelo contrário, não são verdadeiras as coisas de que me acusam, ninguém, para lhes ser agradável, pode entregar-me a eles. Apelo para César.¡± (Atos 22, 10-11)
Infelizmente, surgiram problemas em todas as cidades visitadas. Sempre que eu entrava em uma sinagoga e pregava Jesus Cristo, os fariseus refutavam fortemente e em diversas ocasiões eles conspiraram o meu assassinato.
Eles eram tão zelosos quanto eu fui no passado. Seguiam-me para onde quer eu fosse, causavam comoção e me colocavam em situações de risco.
Mesmo assim, eu nunca parei. Por todos os lugares que fui, testemunhei com veemência que o caminho da salvação não era a tradição dos anciãos, mas apenas a fé. Desafiei, constantemente, as tradições religiosas e fundamentos do modo de vida judaica.
Talvez eu tenha me voluntariado para ser um criador de problemas. Pois, se não causasse perturbação na vida em que muitos consideram normais e os fizesse refletir, o evangelho jamais entraria nessas vidas.
Quando pregamos o evangelho, é inevitável que causemos problemas. É vital criar perturbação, nem que seja uma pequena onda, em um sistema enrijecido como uma rocha pelo costume ou tradição, para permitir que as pessoas repensem e mudem. Não temos outra escolha a não ser levantarmos questões sobre o modo de vida do passado.
Eu recebi diversas propostas de conciliação. Disseram que se eu me comprometesse a fazer com que os convertidos mantivessem a circuncisão e seguissem as leis, eles me concederiam a liberdade para pregar o evangelho, sem qualquer obstáculo. Alguns cederam à proposta. Mas, o ¡°evangelho¡± dos que cederam é um ¡°evangelho diferente¡±.
A igreja de Galácia era profundamente influenciada pelos legalistas. E eu escrevi para a igreja de Galácia para deixar bem claro que é apenas pela fé que somos salvos. (Gálatas 3, 1-14)
Eu sou criador de problemas. Não escolhia o caminho mais fácil. Eu achava certo debater com as pessoas para provocar questões relacionadas com a cultura e religião. Para onde quer que eu fosse, causava desconforto nas pessoas com a finalidade de pregar o evangelho. O evangelho só adentra quando conseguimos romper os costumes sociais, rituais religiosos e princípios estabelecidos há muito tempo.
PR. SEOK HYUN SHIM
Traduação : Su Jeong Kim